sábado , 10 outubro 2026

Um dos estandes de atividades

Um dos estandes de atividades Dentre os muitos temas tratados no evento mereceram destaque os seguintes: Como a materialização do ESG contribui para o desenvolvimento sustentável da mineração; A inovação como um dos principais aspectos do futuro da atividade mineradora; A importância da Segurança de Processos na Mineração e Metas a Nível Global, incluindo o gerenciamento de barragens; Os novos rumos da mineração e a transição energética na América-Latina; A mineração como peça-chave para o Brasil liderar a transição energética; Como alavancar a diversidade e inclusão na pauta estratégica do negócio; O fortalecimento da Agência Nacional de Mineração (ANM) e sua produção normativa e situação operacional; Como a Inteligência Artificial está revolucionando a indústria de mineração no Brasil;Necessidade de otimização do processo de licenciamento ambiental. O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) pretende organizar uma coalizão com dezenas de entidades do setor mineral para estabelecer linhas de ação, com o objetivo de abrir novas oportunidades de expansão sustentável da indústria, bem como para agir mais efetivamente contra fatores que têm prejudicado a competitividade e o ambiente de investimentos e de negócios da mineração brasileira. A proposta foi apresentada pelo diretor-presidente do Instituto IBRAM, Raul Jungmann numa reunião da qual participaram dirigentes de diversas entidades empresariais, Agência Nacional de Mineração (ANM) , Ministério de Minas e Energia, diversas entidades setoriais, como a Associação dos Mineradores de Ferro do Brasil- AMF, que tem sede em Minas Gerais e atua em diversos estados. “O cenário que enfrentamos exige que sigamos uma atuação conjunta, articulados”, afirmou o dirigente do IBRAM. Raul Jungmann propôs a coalizão de entidades do setor mineral para atuar em agendas conjuntas para estabelecer linhas de ação, com o objetivo de abrir novas oportunidades de expansão sustentável da indústria, bem como para agir mais efetivamente contra fatores que têm prejudicado a competitividade e o ambiente de investimentos e de negócios da mineração brasileira. Entre as oportunidades para a mineração está a expansão da produção de minerais estratégicos para a transição energética, que é o caso do lítio, tântalo, vanádio, cobre, elementos de terras raras, entre outros. Entre os fatores comprometedores das expectativas setoriais estão a necessidade de estruturar uma política pública para estimular a produção desses minérios, e também expandir o mapeamento geológico em escala adequada às operações minerais. A Associação de Mineradores de Ferro do Brasil- AMF foi uma das Associações que participou da reunião dos Presidentes de Entidades Setoriais, e aplaudiu a iniciativa da criação desta Coalizão .

Um dos estandes de atividades

Dentre os muitos temas tratados no evento mereceram destaque os seguintes:
Como a materialização do ESG contribui para o desenvolvimento sustentável da mineração;
A inovação como um dos principais aspectos do futuro da atividade mineradora;
A importância da Segurança de Processos na Mineração e Metas a Nível Global, incluindo o gerenciamento de barragens;
Os novos rumos da mineração e a transição energética na América-Latina;
A mineração como peça-chave para o Brasil liderar a transição energética;
Como alavancar a diversidade e inclusão na pauta estratégica do negócio;
O fortalecimento da Agência Nacional de Mineração (ANM) e sua produção normativa e situação operacional;
Como a Inteligência Artificial está revolucionando a indústria de mineração no Brasil;Necessidade de otimização do processo de licenciamento ambiental.
O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) pretende organizar uma coalizão com dezenas de entidades do setor mineral para estabelecer linhas de ação, com o objetivo de abrir novas oportunidades de expansão sustentável da indústria, bem como para agir mais efetivamente contra fatores que têm prejudicado a competitividade e o ambiente de investimentos e de negócios da mineração brasileira. A proposta foi apresentada pelo diretor-presidente do Instituto IBRAM, Raul Jungmann numa reunião da qual participaram dirigentes de diversas entidades empresariais, Agência Nacional de Mineração (ANM) , Ministério de Minas e Energia, diversas entidades setoriais, como a Associação dos Mineradores de Ferro do Brasil- AMF, que tem sede em Minas Gerais e atua em diversos estados.
“O cenário que enfrentamos exige que sigamos uma atuação conjunta, articulados”, afirmou o dirigente do IBRAM. Raul Jungmann propôs a coalizão de entidades do setor mineral para atuar em agendas conjuntas para estabelecer linhas de ação, com o objetivo de abrir novas oportunidades de expansão sustentável da indústria, bem como para agir mais efetivamente contra fatores que têm prejudicado a competitividade e o ambiente de investimentos e de negócios da mineração brasileira.
Entre as oportunidades para a mineração está a expansão da produção de minerais estratégicos para a transição energética, que é o caso do lítio, tântalo, vanádio, cobre, elementos de terras raras, entre outros. Entre os fatores comprometedores das expectativas setoriais estão a necessidade de estruturar uma política pública para estimular a produção desses minérios, e também expandir o mapeamento geológico em escala adequada às operações minerais.
A Associação de Mineradores de Ferro do Brasil- AMF foi uma das Associações que participou da reunião dos Presidentes de Entidades Setoriais, e aplaudiu a iniciativa da criação desta Coalizão .

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