segunda-feira , 21 agosto 2017
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As empresas de tecnologia mais sustentáveis

Avaliar as iniciativas que as principais empresas de tecnologia têm empregado para mitigar o impacto dos seus produtos. Este é o principal objetivo do Guia de Eletrônicos Verdes, publicado anualmente pela organização não-governamental Greenpeace. O relatório analisa, entre outros pontos, se tais companhias cumpriram de fato metas como a redução de gases do efeito estufa e a retirada de produtos tóxicos dos aparelhos.

Motivos não faltam. Só para se ter ideia, o mundo produz 40 milhões de toneladas de lixo eletrônico a cada ano, segundo dados de 2010 do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). O Brasil está entre os cinco maiores responsáveis por esses resíduos, além de liderar o ranking entre os países em desenvolvimento.

Conheça agora as 10 empresas de tecnologia mais “verdes” de 2012:

1) Wipro

Nos critérios de energia, a empresa indiana de eletrônicos lidera na redução de gases de efeito estufa e utilização de fontes renováveis. Logo em sua estreia no ranking já superou todas as demais, ao fazer uma pontuação de 7,1, de um total de 10 possíveis. A companhia investe agora para diminuir 85% dos poluentes por meio de investimentos em energia renovável.

2) HP

Líder do ranking em 2011, a HP caiu uma posição, com um total de 5,7 pontos. Contudo, a empresa segue líder em operações sustentáveis, que incluem a gestão criteriosa de sua cadeia de fornecedores, além de um programa efetivo de medição de emissões de carbono.

3) Nokia

A fabricante finlandesa de aparelhos celulares precisa definir novas metas para reduzir a emissão de gases de efeito estufa de suas operações em pelo menos 30% até 2015, de acordo com o ranking. A empresa peca, segundo o Greenpeace, por falta de estratégias de redução de consumo de energia, seja com eficiência energética ou aumento do uso de fontes renováveis.

4) Acer

A Acer engaja seus fornecedores nos planos de sustentabilidade, que incluem a gestão de gases efeito estufa e de substâncias tóxicas. Com uma pontuação total de 5,1, a empresa mostra melhorias nos critérios de uso de energia e tem a meta de reduzir suas emissões de CO2 em 60% até o final da década, levando-se em conta o que emitia em 2009.

5) Dell

O quinto lugar da Dell até que poderia ser comemorado, não fosse o fato da empresa ter caído três posições em relação ao ranking anterior. Segundo o Greenpeace, a companhia descumpriu o compromisso de eliminar o uso de plástico PVC e retardadores de bromados (BRF) entre 2010 e 2011. A falta de sustentabilidade dos produtos rendeu-lhe a pontuação 4,6.

6) Apple

Criada pelo mitológico Steve Jobs, a “empresa da maçã” somou 4,5 pontos e caiu duas posições em relação ao ranking anterior. A queda se explica, em parte, pela falta de uma meta clara de redução de emissões de gases efeito estufa e por uma política tímida de incentivo ao uso de fontes renováveis. Apenas 13% do consumo da empresa é suprido por energia limpa, argumenta o Greenpeace.

7) Samsung

A Samsung avançou na qualidade do relatório de sustentabilidade, o que inclui o reporte das emissões de gases de efeito estufa e sua cadeia de suprimentos. A empresa, que subiu uma posição em relação ao ranking anterior, fornece garantias e informações precisas, bem como detalhes de inovações para ampliar a vida dos produtos.

8) Sony

Os produtos da empresa apresentam excelência em eficiência energética, de acordo com o Greenpeace. Além disso, a companhia utiliza cerca de 8,500 toneladas de plástico pós-consumo reciclado anualmente na concfecção de novos produtos.

9) Lenovo

A Lenovo reduziu o uso de BRF em seus produtos, mas não alcançou ainda o compromisso de eliminar essa substância de sua cadeia produtiva. A empresa pretende reduzir sua emissão de gases de efeito estufa em pelo menos 30% até 2015. Contudo, segundo o Greenpeace, a organização precisa de um plano detalhado acerca do uso de eletricidade limpa.

10) Philips

A Philips deixa de marcar pontos no ciclo de vida dos produtos, uma vez que não divulga publicamente a garantia e disponibilidade de peças de reposição para seus principais linhas. A empresa também precisa estender seu programa de reciclagem, atualmente em fase piloto, principalmente aos países que carecem de legislação sobre lixo eletrônico. Todavia, a companhia deve aumentar a eficiência energética e reduzir a pegada de carbono até o final de 2012.

 

Fonte: Eco D

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